As mulheres dum vilarejo no Sul das Filipinas resolveram o problema da violência de uma forma insólita e bastante prática: ameaçaram entrar em greve de sexo se os combates continuassem na região rural de Dado, na conturbada ilha de Mindanao. A ameaça funcionou e as tensões diminuíram, constatou a agência para refugiados da ONU.
“A área está numa cidade que é cenário de conflitos, feudos familiares e disputa de terras. A ideia veio das mulheres”, afirmou Rico Salcedo, representante da ONU nas Filipinas.
A ameaça de greve surgiu quando um grupo de costureiras de Dado passou a ter dificuldade de entregar a produção porque uma estrada estava bloqueada por homens armados.
Hasna Kandatu, uma das moradoras, advertiu o marido de que ele ficaria sem sexo se lhe continuasse a causar problemas, a si e ás suas companheiras.
“Eu disse-lhe: se você for lá (ao combate), não voltará mais para casa. Eu não vou aceitá-lo mais”, recordou a filipina, segundo o site News.com, da Austrália.
“A área está numa cidade que é cenário de conflitos, feudos familiares e disputa de terras. A ideia veio das mulheres”, afirmou Rico Salcedo, representante da ONU nas Filipinas.
A ameaça de greve surgiu quando um grupo de costureiras de Dado passou a ter dificuldade de entregar a produção porque uma estrada estava bloqueada por homens armados.
Hasna Kandatu, uma das moradoras, advertiu o marido de que ele ficaria sem sexo se lhe continuasse a causar problemas, a si e ás suas companheiras.
“Eu disse-lhe: se você for lá (ao combate), não voltará mais para casa. Eu não vou aceitá-lo mais”, recordou a filipina, segundo o site News.com, da Austrália.
in Arco da Velha

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